sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

DEVEMOS FORMAR PARA MUDAR OU MUDAR PARA FORMAR ?

"A formação tem assumido uma dimensão ideológica, porque se autojustifica, isto é, a formação é boa em si mesmo, sempre aprendemos algo com a formação, o que faz dela um amplo campo de consenso social. Mas será que ao não questionarmos a forma como é concebida e desnvolvida não estaremos a recusar o nosso protagonismo no processo? Ou será que o papel passivo é mais cómodo?
Devemos formar para mudar ou mudar para formar?
A simultaniedade faz sentido?
Os efeitos da formação têm tido as repercussões esperadas na prática de cuidados? Os contributos da formação têm-se feito sentir in situ de forma a melhorar a qualidade dos cuidados?
Eu diria que a formação só faz sentido se conseguirmos reaquacionar o papel da formação e transferir as aprendizagens realizadas na situação de formação, para a prática de cuidados. É importante promover a formação na acção, através da reflexão e discussão das situações decorrentes da prática diária, para mobilizarmos e repensarmos conhecimentos.
Os momentos de reflexão, as paragens para pensar são indispensáveis na caminhada dos enfermeiros, permitindo-lhes na práxis diária níveis progressivos de desenvolvimento, conduzindo-os para a autonomia.Existe um ditado popular que diz "diz-me com quem andas, dirte-ei quem és" por analogia eu diria " diz-me que formação fazes, como a mobilizas para a prestação de cuidados, dirte-ei que cuidados prestas" "
Teresa Branco

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

CICLO REFLEXIVO DE GIBS

Já aqui falei sobre a importância dos diários de aprendizagem, enquanto momento fundamental da prática reflexiva.

Enunciarei de seguida as etapas que poderemos percorrer, enquanto seres reflexivos e transformadores, perante algo que nos acontece no dia-a-dia.

CICLO REFLEXIVO DE GIBS:

1º DESCRIÇÃO – O que aconteceu ?

2º SENTIMENTOS
– O que estou a pensar e a sentir ?

3º AVALIAÇÃO – O que foi bom e mau na experiência ?

4º ANÁLISE – Que sentido podemos encontrar na situação ?

5º CONCLUSÃO – Que mais poderia ter feito ?

6º PLANEAR A ACÇÃO – Se isso resultou de novo, o que irá fazer ?

Eis um bom instrumento para analisar momentos específicos do nosso quotidiano.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

ALEXANDRE HERCULANO, VOLTA ....

"Eu não me envergonho de corrigir os meus erros e mudar de opinião, porque não me envergonho de raciocinar e aprender. "

Alexandre Herculano

sábado, 2 de fevereiro de 2008

AINDA AS QUESTÕES DO EMPREGO ...


Muita gente continua a acusar as organizações sócio profissionais do desemprego na Enfermagem, contudo ninguém, excepto essas organizações, tão bem coloca o dedo na ferida.
Afinal de contas, existem ou não em Portugal Enfermeiros em excesso?
A resposta de todos os estudos é que não.
Eu ainda desafio os Enfermeiros, a responderem à seguinte pergunta: NO SEU SERVIÇO EXISTEM ENFERMEIROS EM NÚMERO SUFICIENTE ?
Se a resposta for não. Então o problema é económico e causado pela falta de um verdadeiro plano de emprego para os enfermeiros em Portugal.
Julgo que em Portugal se continua a confundir o papel dos sindicatos com o dos governos. A culpa é sempre daqueles que ainda são os únicos que fazem alguma (no meu entender muita) coisa.
No entanto os mais críticos continuam a viver isoladamente a profissão, sem sentimentos de pertença sindical e com nenhum espírito colectivo. Para estes, a culpa será sempre de quem dá a cara.
Não concordo com esta perspectiva, os meus parabéns Pedro Frias pelas tuas intervenções acutilantes neste espaço noticioso.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

ENFERMEIROS EMPREENDEDORES

Recentemente reagi algo negativamente, e quem sabe emotivamente a ideia do empreendedorismo na Enfermagem, reconheço que pode ter os seus méritos, contudo julgo que temos uma profissão vocacionada para cuidados gerais e que este pode ser um caminho pantanoso. Senão vejamos:

"Licenciados em Enfermagem, prestam cuidados de Enfermagem. Realizamos Entubações, Algaliações, Administração de Terapêutica(Por via IM, EV, oral, sub-cutânea, entre outros), todo o tipo de Pensos. Cuidamos de individuos acamados, com alterações do foro psicológico, com necessidades pré-operatorias e outras necessidades. Trabalhamos a recibos verdes, com utentes particulares, lares de 3ª idade, empresas de prestação a cuidados ao domicilio, e outros.Se necessário também o auxiliamos na exexução da sua higiene diária, bem como na limpeza das suas roupas e do seu lar. Se necessita de nós, não exite em contactar-nos. E-mail:josemanuel_santso@hotmail.comTelefone: 968322758Estamos aqui para o ajudar..Deslocamo-nos em qualquer zona do Distrito de Viseu, Porto, Vila Real, Bragança, Guarda, Aveiro entre outros" in site http://portocity.olx.pt/cuidados-de-enfermagem-iid-5620975 .

Destacados são meus.

Sugiro ainda a visita ao site da firma Duarte e Gomes

http://www.duarteegomes.pt/ que se apresenta assim:

"Somos uma empresa jovem e dinâmica, criada em Abril de 2007, que após estudo do mercado e tendo em atenção a realidade dos nossos dias, pretende dar resposta afirmativa a algumas necessidades da sociedade.Não tem tempo para engomar ou lavar a sua roupa? Precisa de arranjar a sua roupa? NÓS SOMOS A SOLUÇÃO".

Mas, mais à frente no mesmo site clicando em "Apoio Domiciliario" temos "Enfermagem" - com a seguinte inscrição "Temos pessoal especializado para responder às suas necessidades de cuidados de enfermagem ao domicílio".

É isto que me assusta no empreendedorismo...

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

A NOSSA ACTIVIDADE QUOTIDIANA

CASO NÃO SEJA REFLEXIVA, É GERADORA DE ERROS E ROTINAS.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

FORMAR PARA MUDAR


~
Hoje dia 30, tive a oportunidade de em conjunto com a responsável pela formação em serviço do meu serviço apresentar um trabalho aos colegas de serviço e alguns alunos do CLE da ESEMFR e da ESESFM, com o título Formar para Mudar. Ficam aqui os 2 primeiros slides. Eu e a Srª Enfermeira Teresa Branco mobilizámos conhecimentos no sentido da prática reflexiva dos Enfermeiros.
Enquanto sessão de formação entedemos ser positiva, os resultados só os poderemos avaliar ao longo do tempo. Mas para já o caminho continua a ser feito. E existem compromissos hoje assumidos que iremos pôr em prática (naturalmente são do domínio privado da equipa de cuidadores)
Independentemente do complemento de formação e do "raio" dos trabalhos. Este foi para mim o momento de melhor mobilização e partilha da reflexão feita dentro da sala de aulas para o verdadeiro terreno das práticas. Hoje sinto-me bastante realizado porque mobilizei conhecimentos e reflexões no seio de uma brilhante equipa de cuidadores reflexivos. Sou o elemento mais novo do serviço e aquele que mais tem a aprender com os colegas, dai a importância desta acção ter sido concebida, preparada e realizada em conjunto com uma das colegas mais experientes do serviço.
Esta sim, é para mim a verdadeira avaliação da transformação dos adquiridos na prática.

O VALOR PEDAGÓGICO DO HUMOR

AFINAL É MESMO O PAÍS QUE SOMOS. SÁTIRA DE RICARDO ARAÚJO PEREIRA AO JÁ CÉLEBRE TELEFONEMA DO INEM.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

O MEU PATRÃO FOI-SE EMBORA



PORQUE SOU UM SER REFLEXIVO, NÃO POSSO DEIXAR PASSAR EM BRANCO, NESTE MEU BLOG, UM OLHAR REFLEXIVO SOBRE A SAÍDA DO MEU PATRÃO (ex) DO GOVERNO.

Como diz Manuel Rodrigues, Anabela Pereira e Teresa Barroso, “ A saúde de cada pessoa depende do seu projecto de vida, do seu sentido de felicidade e da sua forma específica de estar no mundo”, julgo que foi por não estar atento a isto que o meu patrão se despediu ou foi despedido. Ainda não entendi. Ele não respeitou a individualidade do Ser Humano

Mas claramente, foi a população que de forma unida descredibilizou uma dita reforma da saúde que em nada se preocupava com os Seres Humanos. Numa politica meramente bancária, parafraseando Paulo Freire, o meu patrão era o grande depositante dos saberes da saúde, tornando o Ser Humano em mero recipiente sem opinião.

Só que os oprimidos revoltaram-se e afinal algum resultado surgiu. O meu patrão deixou de o ser.

Os clientes do SNS, parece-me que querem continuar a ser utentes, ou por outra PESSOAS que usam o serviço Nacional de Saúde – Público, Geral e Universal.

O meu ex-patrão negligenciou sobre o que Maria Loreto Paiva Couceiro dissertava “… o desenvolvimento das capacidades de evoluir e agir num ambiente complexo, de “aprender a aprender” ao longo de toda a vida, de reconstruir permanentemente conhecimentos e saberes.”.

Teimosamente o meu ex-patrão, continuou a ser o grande dono da verdade, humilhando profissionais com comparações bacocas e humilhando as pessoas que cada vez mais viam os cuidados de saúde mais distantes.

Foram precisas mortes, quedas, telefonemas do INEM para os Bombeiros, etc, etc, para ser posto a nu aquilo que sempre vimos enquanto profissionais de saúde. O SNS a definhar por questões de índole económica.

As reformas começaram pelo telhado e a casa naturalmente veio abaixo. As USF´s a meterem água, os cuidados continuados e paliativos entregues aos privados, os encerramentos a serem feitos com falta de rigor técnico e sem a devida cobertura promocional e assistencial, os hospitais à deriva, o desemprego a aumentar, a instabilidade laboral a graçar........Os Seres Humanos a desesperarem.

Mas existe mérito no trabalho do meu ex-patrão, o seu objectivo primordial que era a destruição do SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE, esse ele atingiu.

E como em qualquer delapidação, os restos fragmentares estão por aí soltos. Caberá à minha nova Patroa, (pessoa que tecnicamente respeito e prezo), colar os cacos. Ela já se disse adepta do SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE (o que é positivo). No entanto também já se afirmou de acordo com a reforma em curso. Estará desde já baralhada, ou ainda não percebeu que estas duas afirmações são a antítese uma da outra?

A ver vamos. Mas tenho para mim que estamos só perante uma mera acção de cosmética. Muda-se o coveiro, mas o enterro continua dentro de momentos..... Com mais respeito, pelo menos nas palavras, pelo SER HUMANO.

Como diria o escritor Eça de Queirós "Este governo não cairá porque não é um edifício; sairá com benzina porque é uma nódoa." Assim foi com o meu ex-patrão.

Fica o desabafo de alguém que acredita num futuro melhor.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

A ESCRITA ...

“ (…) não é um mero acessório. Não é apenas um “vestígio” ou uma “pegada”; é o suporte da construção de uma caminhada.”
Hesbeen, 2006

SEM PALAVRAS, VAMOS REFLECTIR SOBRE O PAÍS QUE TEMOS

SÓ NÃO SEI, SE ESTE É O PÁS QUE TEMOS OU QUE SOMOS.

A DIFERENÇA DO VERBO PODE SER FUNDAMENTAL

TER É ALGO QUE NOS DERAM, SER É ALGO QUE NÓS CONSTRUÍMOS....

sábado, 26 de janeiro de 2008

MUTAÇÃO

Este Blog está em mutação de dossier de aprendizagem para OLHARES REFLEXIVOS.

Este foi o nome que escolhi para dar ao meu Portfólio, que em breve servirá de avaliação na disciplina de formação em contextos de trabalho do VIII CCFE da ESEL pólo ESEMFR.

O Blog continuará a ter o mesmo endereço, mas em breve será só intitulado de OLHARES REFLEXIVOS.

CONTO COM O SEU OLHAR, TMBÈM POR AQUI.... REFLEXIVO CLARO ESTÁ.


sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

ANDRAGOGIA

"É a arte ou ciência de orientar adultos a aprender (definição creditada a Malcolm Knowles, anos 1970). O termo remete a um conceito de educação voltado para o adulto, em contraposição à pedagogia, que se refere à educação de crianças (do grego paidós = criança).

Para educadores como Pierre Fourter (1973), a andragogia é um conceito amplo de educação do ser humano, em qualquer idade. A UNESCO, por sua vez, já utilizou o termo para referir-se à educação continuada..."
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

REPERSPECTIVAR !

"NÃO POSSO VOLTAR NO TEMPO E
QUERER COMEÇAR NOVAMENTE
MAS POSSO TER NOVAS ATITUDES
PARA CONSEGUIR UM FIM DIFERENTE"
GARCIA, Edu

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

AS FALSAS IMAGENS QUE PODEMOS TRANSMITIR....

QUAL O VALOR PEDAGÓGICO DO ERRO ?

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

QUEM CUIDA DE NÓS?

Será que somos nós?
Será que também precisamos de cuidados ?
Que tipo de cuidar precisamos enquanto prestadores ?
Tenho umas colegas de complemento que vão dedicar a sua monografia a este tema, para elas, hoje um reconhecimento especial. Comecei a perceber a pertinência do tema. Um grande abraço de felicidades para a Sandra, Marta e Mafalda. Espero continuar a apreender connvosco.
Já agora, comecei hoje a elaborar o 2º Portfólio deste VIII CCFE, desta vez tem que ver com uma disciplina de opção "Cuidar de si, Cuidar do outro". É hora de olhar para dentro e perspectivar o que nos rodeia. Estou bem, hoje cuidei de mim.
Quando as nosssas práticas profissionais não nos corrrem pelo melhor......há que parar, hoje fiz uma pausa reflexiva para suplantar o erro. Cuidei de mim, deixei que a ferida não alastrasse. A quimioterapia está feita, impedi que algo de negativo não se tornasse em maligno. Tirei ensinamentos.
Cresci como pessoa e profissional.
E por falar em cuidar de nós, e em relaxar. Vejam como o humor pode ser terapêutico. Foi com este filme que acabamos a aula de hoje, permitam-me que partilhe. MR. Bean vai ao Hospital:

domingo, 20 de janeiro de 2008

EM CONTRACICLO COM OS ARAUTOS DA ENFERMAGEM EM PORTUGAL...


"... Ao longo deste livro evitamos a utilização da palavra "consumidor" ou "cliente" para descrever as pessoas de quem as enfermeiras cuidam. Esta escolha é deliberada. A palavra "consumidor", de acordo com o diccionário, possui dois significados. Um afirma que se trata de alguém que consome, gasta, desperdiça ou destrói. O outro, "alguém que utiliza bens e serviços para satisfazer as suas necessidades", pertence a economia. A primeira definição é negativa e a segunda é uma definição extremamente redutora e mercantilista dos seres em relação à doença e à saúde. Somos da opinião que deturpa gravemente a relação entre os prestadores de cuidados e as pessoas que procuram o seu cuidado e o seu conselho.

....Da perspectiva da comunicação pública, falar de enfermeiras em relação ao consumidor desvia a atenção do hospital, do lar, da clínica ou da clínica de cuidados terminais para o centro comercial, sugerindo que o seres humanos podem escolher saúde da mesma forma que escolhem um vestido novo e que podem, em consequência, exercer controlo quando menos são capazes de o fazer. Preferimos usar as palavras "ser humano", "individuo", "pessoa", "doente" e " família"...."

GORDON, Suzanne; BURESH, Bernice - DO SILÊNCIO À VOZ

Sem dúvida que o que importa é a qualidade dos cuidados..., no entanto, esta discussão é muito actual. Numa altura em que politicamente a Saúde é entendida como um bem mercantilizável e sujeita aos mesmos princípios que qualquer fabrica de enchidos, ou seja, encerram-se serviços quando não existe o número dos ditos "clientes" para darem lucro..... Talvez a melhor opção seja chamar ao ser humano, que cuidamos, de cliente.

Se por outro lado entendermos saúde como um bem Social e Essencial às pessoas, efectivamente, nos afastaremos dos novos arautos da Enfermagem e da Gestão e continuaremos a dar razão às autoras deste cintilante livro. E continuaremos a usar o termo ser humano.

A minha opção está feita e amanhã de manhã continuarei no meu serviço a cuidar dos seres humanos com necessidade de cuidados de Enfermagem.

Não sei se se recordam de o Srº Ministro (Correia de Campos), sobre aposentação, ter comparado os Enfermeiros com as Operárias Texteis. Todos ficaram chocados. O que me chocou não foi comparar profissões, foi mesmo o objecto delas. Eu, enquanto Enfermeiro, laboralmente não sou diferente da dita Operária. No entanto os seres humanos que cuido são muito diferentes dos tecidos "operados" pelas citadas Operárias. Daí ser contra a palavra Cliente ou Consumidor.

Nem tudo o que está na moda, para mim se deve usar. Apesar da comunuidade cientifica gostar muito da dita clientela.

Qualquer dia, enquanto seres humanos, vamos ao Hospital comprar 2 litros de soro, e meia dose de apoio emocional e já agora para sobremesa compram-se uns quilos de cuidados de higiéne e conforto regados com meia dúzia de mobilizações. Porque a dúzia pode ser muito cara.

sábado, 19 de janeiro de 2008

ALBERT EINSTEIN

“Somente duas coisas são infinitas: O universo e a estupidez humana. E não estou seguro quanto ao primeiro.”

Albert Einstein

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

E N F E R M E I R O

“alguém a quem a sociedade tem o direito de exigir competência e pedir responsabilidade”
ALARCÃO, Isabel

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

APREENDER COM O VIVIDO E DAÍ ALTERAR O FUTURO...

“ Os processos de educação informal cobrem uma variedade de aprendizagens mais ou menos consciencializadas pelos indivíduos, que influenciam de modos distintos as práticas e as identidades profissionais. Apesar da importância de todas estas aprendizagens, aquelas que apresentam maior interesse para a formação estão relacionadas com o desenvolvimento de processos de educação informal baseados na experiência, que ocorrem na sequência de situações nos quais os indivíduos pensam sobre os acontecimentos que vivem e que estão na origem de posteriores alterações de comportamentos e atitudes.” (Guimarães, 2004).
ESTE É O NOSSO DESAFIO....